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Trace Finance captou US$ 32 milhões em uma rodada de financiamento Série A para expandir sua infraestrutura de stablecoins

Cryptopolitan17 de jun de 2026 às 16:36
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Trace Finance, empresa de soluções de pagamentos internacionais, captou US$ 32 milhões em uma rodada de financiamento Série A liderada pela CoinFund para expandir sua infraestrutura de liquidação de stablecoins além do Brasil, alcançando mercados mais amplos na América Latina e na região Ásia-Pacífico. 

A rodada de investimentos contou com a participação de grandes nomes como Coinbase Ventures, Paxos e Chainlink Labs, e a empresa pretende usar esse investimento para aprimorar sua infraestrutura de stablecoins em parceria com os sistemas bancários locais nessas regiões.

Detalhes das operações e da rodada de financiamento TracFinance

A empresa de pagamentos opera uma infraestrutura bancária e de pagamentos regulamentada que conecta sistemas financeiros locais à liquidação baseada em stablecoins. Ela gerencia câmbio, conformidade e conectividade bancária para clientes institucionais, incluindo fintechs, corretoras e provedores de pagamento globais.

De acordo com o anúncio da empresa, Trace Finance processou mais de US$ 10 bilhões em volume acumulado de transações internacionais e se considera uma das principais fornecedoras de infraestrutura para quatro das maiores empresas globais de pagamento atuantes na América Latina, incluindo a dLocal.

TracBernardo Brites, cofundador e CEO da dez vezes desde a rodada de investimento inicial de 2022, liderada pela HOF Capital.

A rodada de investimento Série A, liderada pela CoinFund, contou com a participação ativa de investidores institucionais como Coinbase Ventures, Haun Ventures, Jump Crypto, Valor Capital, Paxos, HOF Capital, Chainlink Labs e SNZ Capital. A rodada também teve investidores individuais, incluindo Sean Neville, cofundador da Circle; Anatoly Yakovenko, cofundador Solana Labs; Bam Azizi, cofundador e CEO da Mesh; e Ricardo Villela Marino, sócio e vice-presidente do Itaú Unibanco, o maior banco da América Latina.

Planos de expansão na vanguarda do investimento

TracFinance planeja usar o financiamento para aprimorar seus produtos em câmbio, conectividade bancária, conformidade e liquidação de stablecoins. Geograficamente, a empresa pretende expandir seus negócios pela América Latina, Estados Unidos e região Ásia-Pacífico.

A empresa de pagamentos também está desenvolvendo novos de stablecoin que ajudariam a integrar ainda mais os sistemas bancários locais no Brasil e na América Latina com a liquidez global das stablecoins.

Einar Braathen, sócio da CoinFund, empresa líder da rodada de financiamento, explicou que o investimento teve como foco preencher a lacuna entre as liquidações via blockchain e o acesso a serviços bancários locais. "O Brasil possui um dos maiores e mais complexos ambientes de pagamento do mundo em termos operacionais, e Tracconstruiu a infraestrutura regulamentada que empresas globais de grande porte estão utilizando para escalar seus negócios", afirmou Braathen no anúncio.

De acordo com o comunicado Trace Finance, o Brasil está entre os cinco países com maior concentração de infraestrutura de stablecoins no mundo. O país só recentemente classificou a transferência de ativos digitais internacionais como operações cambiais, em uma mudança regulatória que direciona um volume maior de transações institucionais para provedores bancários e reduz o uso de alternativas não bancárias.

Trace construiu sua infraestrutura de compliance e bancária dentro desse mercado e ambiente cambial complexo e singular. "As stablecoins sozinhas não resolvem os pagamentos internacionais. Stablecoins combinadas com uma infraestrutura bancária local regulamentada resolvem", afirmou o CEO Brites no comunicado de imprensa.

O marco anterior da Trac, de atingir um volume superior a 10 bilhões de dólares, confere à empresa um tracsólido. No entanto, expandir a infraestrutura existente para vários países com diferentes legislações em relação a câmbio e a integração de pagamentos on-chain com bancos locais representará um desafio diferente de operar em um único mercado.

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