1 Abr - A Nike NKE.N previu (link) uma queda inesperada nas vendas do quarto trimestre na terça-feira, visto que a persistente fraqueza na China e o lento progresso na liquidação do estoque mais antigo dificultam os esforços de recuperação.
As ações da gigante de artigos esportivos caem 9%, para US$ 48, no pré-mercado.
A TEMPORADA DE RETORNO ESTÁ CHEGANDO
Barclays ("acima do peso", PT: US$ 67) afirma que acolhe com satisfação a revisão agressiva das expectativas de consenso em relação às vendas e margens e acredita que a desriscagem das estimativas dá à NKE espaço para uma recuperação.
BTIG ("Comprar", PT: US$ 75) continua a ver a Copa do Mundo de 2026 como uma grande oportunidade comercial para o setor e um catalisador para a marca Nike.
BTIG espera um maior impulso com a estratégia Sport Offense da empresa e os esforços contínuos de saneamento do mercado, particularmente na China.
Jefferies ("Comprar", PT: US$ 90) afirma que o futebol é o próximo, com a Tiempo lançada e as chuteiras Mercurial chegando em junho, apoiadas por plataformas escaláveis como Nike Mind e Aero-FIT que podem se estender por diversos esportes e faixas de preço.
Acrescenta que este é o plano "do que queremos mais", cada vez mais evidente tanto no produto quanto na narrativa.
KeyBanc ("acima do peso", PT: US$ 75) vê sinais de melhoria na Nike, embora o progresso nos próximos três trimestres deva ser irregular.
Acrescenta que a empresa está focando em ações de reestruturação em outras regiões geográficas, com a fraqueza da China devendo compensar o progresso da América do Norte no curto prazo.