23 Fev - A divulgação do JPMorgan Chase JPM.N na semana passada sobre as contas bancárias do presidente dos EUA, Donald Trump, aumenta os riscos não jurídicos, já que mantém a disputa de desbancarização do banco em destaque, afirma o analista do Wells Fargo, Mike Mayo.
Segundo novos documentos divulgados na sexta-feira, o JPM informou a Trump e aos seus negócios de hotelaria em fevereiro de 2021 que encerraria suas contas no banco (link), como parte de um processo de US$ 5 bilhões (link) que Trump entrou contra o banco e o presidente-executivo Jamie Dimon.
“Essa confirmação factual complementa o que já se sabia. Ela mantém o desbancarismo em foco. E aumenta a exposição específica do JPM a um possível processo prolongado”, afirma Mayo.
O JPM já afirmou anteriormente que o processo de Trump não tem fundamento e negou que encerre contas por motivos políticos ou religiosos.
"Uma defesa sólida não elimina o risco secundário: manchetes, supervisão mais rigorosa, atritos políticos e riscos narrativos podem surgir independentemente dos resultados judiciais — mais relacionados à assimetria de poder do que à fragilidade jurídica", afirma Mayo.