
Investing.com -- O UBS continuou otimista em relação ao Uber (NYSE:UBER) em sua nota mais recente, mantendo uma classificação de compra com um preço-alvo ligeiramente reduzido de US$ 107 para US$ 106, citando a confiança na capacidade da empresa de atingir suas metas para 2026, apesar das preocupações contínuas com robotaxis.
A empresa destaca que o Uber está bem posicionado para "um EBITDA ajustado em cerca de 40% em um período de 3 anos", apoiado por um crescimento mais forte do que o esperado em reservas brutas.
O banco explica que, no quarto trimestre de 2024, as reservas de mobilidade cresceram 24% em relação ao ano anterior, enquanto a entrega registrou um aumento de 18%.
O Uber orientou "20%+ para o 1S24" em Mobilidade e níveis semelhantes para Entrega, reforçando sua trajetória de crescimento, observa o UBS.
Os analistas do banco também veem a capacidade da Uber de expandir as margens como um ponto forte importante. "Espera-se que as eficiências contínuas que permitem que a gerência subscreva a expansão da margem em 2025, tanto na mobilidade quanto na entrega, impulsionem a melhoria da lucratividade.
Embora os robotaxis continuem sendo uma possível perturbação de longo prazo, o UBS acredita que o risco é exagerado. "O Uber espera que os robotaxis consigam atender de 10% a 15% da demanda do mercado de caronas compartilhadas nos próximos 5 anos, substancialmente abaixo do nível de 30% que ouvimos dos investidores", disse o UBS, acreditando que isso sugere um impacto mais gerenciável.
Além disso, eles afirmam que a crescente base de associados da Uber por meio do Uber One, que aumentou de 25 milhões no terceiro trimestre para 30 milhões no quarto trimestre de 2024, proporciona mais estabilidade. A empresa também observa que "a antecipação limitada de mudanças na mobilidade dos EUA ou nos ambientes competitivos de entrega global" deve ajudar a sustentar o crescimento da Uber no médio prazo.
Apesar de uma orientação de reservas brutas de US$ 42,0 bilhões a US$ 43,5 bilhões para o primeiro trimestre de 2025 um pouco mais fraca do que o esperado, o UBS vê os fundamentos de longo prazo do Uber intactos. A empresa reafirmou sua "meta de recompra de US$ 7 bilhões", reforçando a confiança em suas perspectivas financeiras.
O UBS estima um cenário de alta de US$ 114 por ação, com um "crescimento CAGR de reservas brutas de 2 anos de 16%" e uma margem EBITDA ajustada de 5,2%. A empresa continua otimista, considerando a Uber como uma "empresa multiplataforma, de composição estável a médio prazo" com fortes perspectivas de crescimento.
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