1 Abr - Eli Lilly &LLY.N> disse na terça-feira (link) que compraria a Centessa Pharmaceuticals &260y.F> em um negócio avaliado em até US$ 7,8 bilhões, enquanto a farmacêutica norte-americana busca diversificar além de seu portfólio metabólico e expandir para tratamentos de distúrbios do sono.
A Centessa, sediada no Reino Unido, está desenvolvendo uma nova classe de tratamentos direcionados à orexina, uma molécula no cérebro que regula o ciclo sono-vigília.
A atenção se volta para medicamentos que têm como alvo a orexina.
BMO Capital Markets("superar") diz que a adição de cleminorexton amplia a vantagem da Lilly em neurociência, indo além dos tratamentos para Alzheimer e dor; diz que o acordo e a aquisição da Apellis pela Biogen por US$ 5,6 bilhões (link) são sinais positivos para o setor.
Leerink Partners("desempenho de mercado") diz que a disposição das grandes farmacêuticas em investir US$ 6,3 bilhões para entrar no mercado de orexina ressalta a dimensão da oportunidade e valida o setor.
UBS("comprar") afirma que o acordo faz sentido para a LLY, pois adiciona ativos em estágio intermediário com potenciais lançamentos a partir de 2030, o que pode ser importante quando os GLP-1s perderem a exclusividade.
Oppenheimer("superar") diz que um neurologista afirmou que os novos medicamentos para narcolepsia têm potencial para "mudar o jogo" para o distúrbio do sono, com uma taxa de adesão de cerca de 90% e sem grandes problemas de segurança ou acesso.