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Musk diz que medidas para impedir uso do Starlink pela Rússia parecem ter funcionado

Reuters1 de fev de 2026 às 13:56

- O bilionário Elon Musk afirmou neste domingo que as medidas tomadas por sua empresa SpaceX para impedir o uso "não autorizado" do sistema de internet Starlink pela Rússia parecem ter surtido efeito.

Ao mesmo tempo, o chefe da defesa da Ucrânia disse que as autoridades estão trabalhando em maneiras de evitar qualquer uso futuro por Moscou.

As forças armadas de Kiev dependem de dezenas de milhares de conexões de internet via satélite Starlink para comunicação no campo de batalha e para pilotar algumas missões com drones, mas afirmaram esta semana ter encontrado terminais da companhia em drones de longo alcance usados ​​em ataques russos.

A Ucrânia afirmou estar trabalhando com a SpaceX para impedir que a Rússia controle drones com o sistema Starlink.

"Parece que as medidas que tomamos para impedir o uso não autorizado do Starlink pela Rússia funcionaram. Informe-nos se for necessário fazer mais alguma coisa", disse o presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, no Facebook.

Em um comunicado separado divulgado no domingo, o ministro da Defesa ucraniano, Mykhailo Fedorov, afirmou que Kiev estava desenvolvendo um sistema que permitiria que apenas terminais Starlink autorizados funcionassem em território ucraniano.

"A Ucrânia, juntamente com a @Starlink, já deu os primeiros passos que produziram resultados rápidos no combate aos drones russos", escreveu ele no X.

"O próximo passo é implementar um sistema que permita apenas que terminais autorizados operem no território da Ucrânia."

Em uma publicação nas redes sociais em fevereiro de 2024, a SpaceX afirmou que não vende nem envia Starlink para a Rússia e que "não faz negócios de qualquer tipo com o governo russo ou suas forças armadas".

Musk ativou o serviço Starlink sobre a Ucrânia em 2022, depois que Kiev pediu ajuda nos primeiros dias após a invasão em grande escala da Rússia.

(Reportagem de Akanksha Khushi e Preetika Parashuraman em Bengaluru)

((Tradução Redação São Paulo))

REUTERS FDC

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