
Por Hanna Rantala
LONDRES, 29 Jan (Reuters) - A personagem maltratada e subestimada de Rachel McAdams enfrenta seu chefe em uma ilha deserta na nova comédia de terror do diretor Sam Raimi, “Socorro!”.
McAdams interpreta Linda Liddle, uma mulher inteligente, mas desleixada, que trabalha há muito tempo no departamento de estratégia e planejamento de uma empresa de consultoria, mas é marginalizada por seu novo chefe misógino e arrogante, Bradley (Dylan O'Brien).
Com uma última chance de provar seu valor, Linda se junta a Bradley e seu grupo de amigos em uma viagem de negócios a Bangcoc. Quando o avião deles cai em uma tempestade inesperada, Linda e Bradley são os únicos sobreviventes e se veem presos em uma ilha remota.
Fã do programa de TV “Survivor”, Linda se adapta bem ao novo ambiente, revertendo a dinâmica de poder, e as tensões entre os dois logo se transformam em uma batalha de vontades.
O filme, que estreia nos cinemas em todo o mundo esta semana, apresenta cenas sangrentas e mistura elementos de suspense e humor negro no estilo característico de Raimi.
“Linda foi definitivamente um dos papéis mais divertidos que já interpretei”, disse McAdams na estreia do filme em Londres nesta quinta-feira. “Há tanta coisa para fazer, desde o treinamento de sobrevivência até ficar ensanguentada como ninguém. Eu definitivamente tive muitas experiências novas neste filme. E depois de 25 anos, sabe, isso é meio emocionante”, disse a atriz de “Meninas Malvadas” e “Diário de uma Paixão”.
O'Brien disse que o filme, que foi rodado na Tailândia, Austrália e Los Angeles, foi menos exigente fisicamente para os protagonistas do que parece na tela.
“Acho que foi muito mais divertido do que talvez você esteja pensando”, disse ele. “Acho que essa é a magia do cinema. Parece muito miserável e estamos tendo todas essas coisas jogadas em nós e saindo de nós, mas foi muito divertido.”
Raimi, que dirigiu a partir de um roteiro de Damian Shannon e Mark Swift, disse que esperava que o filme mantivesse o público em suspense.
“Eu realmente queria seguir o roteiro, que sugeria que poderia ser um filme muito bom para manipular o público, que simplesmente não sabe o que vai acontecer a seguir”, disse o cineasta de “A Morte do Demônio” e “Homem-Aranha”.
((Tradução Redação São Paulo))
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