
WASHINGTON, 23 Out (Reuters) - O secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, defendeu a decisão dos Estados Unidos de repatriar dois sobreviventes de um recente ataque militar a um submarino suspeito de tráfico de drogas, comparando-a às práticas do campo de batalha durante as guerras do Iraque e do Afeganistão.
"Nesses conflitos, capturamos milhares de pessoas no campo de batalha e entregamos 99% às autoridades da nação anfitriã", disse Hegseth nesta quinta-feira. "Sempre gostamos do resultado? Nem sempre. Mas esse era o padrão, e é o mesmo aqui."
A embarcação semi-submersível, que supostamente transportava fentanil e outros narcóticos, foi interceptada pelas forças dos EUA no Mar do Caribe na última quinta-feira.
Dois indivíduos a bordo foram mortos no ataque, enquanto os membros sobreviventes da tripulação foram resgatados, tratados por médicos norte-americanos e entregues às autoridades da Colômbia e do Equador.
(Reportagem de Gram Slattery e Jarrett Renshaw)
((Tradução Redação São Paulo))
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