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O futuro da segurança criptográfica - o que as trocas podem aprender com o hack de bybit?

Cryptopolitan24 de mar de 2025 às 16:26

O hack de US $ 1,5 bilhão não é apenas mais uma violação de criptografia, é um alerta para todo o setor. Mesmo as carteiras frias e a proteção de múltiplas falhas falharam, expondo vulnerabilidades que todas as trocas devem abordar.

Principais lições para trocas de criptografia: 

1.) Multisig não é uma solução perfeita 

Bybit usou uma carteira fria multisig, mas os atacantes levaram os signatários a aprovar transações falsas. Se os principais titulares estiverem comprometidos, o Multisig será inútil.

2.) A falsificação da interface do usuário é uma ameaça crescente 

Os hackers manipularam a interface de assinatura para fazer as transações parecerem legítimas. Este método ignora astracinteligentes e atinge o erro humano, dificultando a detecção.

3.) Carteiras frias não são invencíveis 

O ataque aconteceu enquanto move fundos para uma carteira quente. Muitos acreditam que as carteiras frias são intocáveis, mas se a assinatura da transação for manipulada, mesmo o armazenamento offline não é seguro.

4.) Speed ​​Matters in Security Response 

Bybit processou retiradas de 350 mil em 10 horas, impedindo um colapso total. Mas o melhor monitoramento em tempo real poderia ter parado o ataque antes que bilhões fossem perdidos.

5.) Lazarus Group Strikes novamente

O grupo Lazarus da Coréia do Norte é suspeito de lavar fundos por meio de Solana e Binance Smart Chain, provando que os hackers estão usando moedas de meme e protocolos DeFi em movimento rápido para limpar ativos roubados.

O que precisa mudar?

1️.) Segurança zero-confiança para transações

Toda transação deve exigir verificação cruzada através de sistemasdent , dificultando o sucesso das interfaces falsificadas.

2.) Melhorias na carteira de hardware

Muitas carteiras de hardware não exibem detalhes completos da transação, forçando os usuários a cegos de transações de sinal. Isso precisa mudar.

3.) Detecção de fraude em tempo real 

Os sistemas de monitoramento movidos a IA devem sinalizar atividades incomuns instantaneamente antes que os fundos sejam perdidos. As finanças tradicionais têm isso - por que a criptografia não?

4.) Opções regulamentadas de auto-sustentação 

As trocas são metas de alto valor porque possuem bilhões em fundos de usuário. Um movimento em direção a soluções de custódia híbrida, onde os usuários possuem controle parcial, pode impedir perdas tão maciças.

A segurança criptográfica não é apenas uma tecnologia melhor, trata -se de minimizar os riscos humanos, interromper a manipulação da interface do usuário e garantir que as aprovações de transações sejam infalíveis.

Com os hackers de criptografia ficando mais sofisticados, a indústria precisa evoluir mais rápido que os atacantes. Se carteiras frias e multisig não forem suficientes, o que vem a seguir?

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