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Paquistão se oferece para sediar negociações de paz para acabar com guerra EUA-Israel contra Irã

Reuters24 de mar de 2026 às 14:45

- O primeiro-ministro do Paquistão disse na terça-feira que está disposto a sediar conversas entre Estados Unidos e Irã sobre o fim da guerra, um dia depois que o presidente Donald Trump adiou as ameaças de bombardear usinas iranianas após o que ele chamou de conversas "produtivas".

Em uma postagem no X, o primeiro-ministro Shehbaz Sharif afirmou que o Paquistão saúda e apoia totalmente os esforços em andamento para buscar o diálogo para acabar com a guerra no Oriente Médio.

"Sujeito à concordância dos EUA e do Irã, o Paquistão está pronto e honrado em ser o anfitrião para facilitar conversas significativas e conclusivas para uma solução abrangente do conflito em curso", declarou ele.

Trump disse na segunda-feira que EUA e Irã mantiveram conversas "muito boas e produtivas" sobre uma "resolução completa e total das hostilidades no Oriente Médio". Segundo ele, as conversas começaram no domingo e continuaram na segunda-feira, com o envolvimento do enviado especial Steve Witkoff e de seu genro Jared Kushner.

O poderoso presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf -- o interlocutor do lado iraniano, de acordo com uma autoridade israelense e duas outras fontes familiarizadas com o assunto -- disse que não houve conversações, descrevendo as sugestões de que elas teriam ocorrido como "notícias falsas".

EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, depois de dizerem que não haviam conseguido avançar o suficiente nas negociações para acabar com o programa nuclear iraniano, embora o mediador Omã tenha dito que havia um progresso significativo.

Desde então, o Irã atacou países que abrigam bases dos EUA, atingiu a infraestrutura de energia do Golfo e praticamente fechou o Estreito de Ormuz, canal para um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo.

(Reportagem de Phil Stewart, Idrees Ali, Gram Slattery e Humeyra Pamuk em Washington, Maayan Lubell em Jerusalém e Alexander Cornwell em Tel Aviv, Ariba Shahid em Karachi e Saad Sayeed em Bangcoc)

((Tradução Redação São Paulo))

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