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Soja amplia alta em Chicago por comentários de Trump sobre China

Reuters6 de fev de 2026 às 20:30

Por Heather Schlitz

- A soja continuou em alta na bolsa de Chicago, marcando um rali de três dias nesta sexta-feira, impulsionada pelas declarações do presidente Donald Trump na quarta-feira de que a China compraria mais soja dos EUA.

O milho e o trigo oscilaram para cima e para baixo, embora a oferta global abundante continuasse a conter os preços dos grãos, enquanto os operadores voltavam sua atenção para o relatório mundial sobre safras do Departamento de Agricultura dos EUA, previsto para terça-feira. USDA/EST

O contrato mais ativo de soja Sv1 fechou com alta de 3 centavos, a US$11,1525 o bushel.

A soja atingiu uma máxima de dois meses na quarta-feira, depois que Trump postou que a China estava aumentando as compras e "elevando a contagem de soja para 20 milhões de toneladas" para a temporada atual.

Isso implicava que a China poderia comprar mais 8 milhões de toneladas métricas de soja dos EUA em 2025/26, além das cerca de 12 milhões de toneladas já reservadas desde que uma trégua comercial foi alcançada no final de outubro.

"O mercado está presumindo que a China comprará algo", disse Dan Basse, presidente da AgResource Company, embora tenha observado que muitos participantes do setor estão céticos quanto à precisão dos comentários de Trump.

As declarações surpreenderam os operadores, que esperavam que a China dependesse fortemente da soja brasileira no primeiro semestre de 2026.

O Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, deve produzir 181,6 milhões de toneladas métricas em 2025/26, disse a consultoria StoneX na segunda-feira, elevando sua previsão para a safra em andamento.

Enquanto isso, o milho Cv1 fechou em queda de 4,75 centavos, a US$4,3025 por bushel. O trigo Wv1 fechou em queda de 5,50 centavos, a US$5,29-3/4 por bushel.

Os operadores estão monitorando o tempo seco na Argentina, embora a safra abundante dos EUA no ano passado e as condições favoráveis para o plantio da segunda safra de milho no Brasil tenham amenizado as preocupações.

((Tradução Redação São Paulo 55 11 56447751)) REUTERS RS

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