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Trigo se firma em Chicago com recente queda do dólar e clima adverso

Reuters29 de jan de 2026 às 22:06

Por Renee Hickman

- Os contratos futuros do trigo em Chicago se firmaram nesta quinta-feira, com a recente queda do dólar continuando a apoiar as commodities cotadas na moeda norte-americana e o inverno rigoroso ameaçando as safras na região do Mar Negro e nos Estados Unidos.

O milho foi negociado praticamente estável, e a soja registrou uma ligeira queda, devido às expectativas de uma grande safra na América do Sul.

O índice do dólar =USD se recuperou após cair para o menor nível em quatro anos na terça-feira, com o presidente dos EUA, Donald Trump, referindo-se ao seu valor como "ótimo", alimentando as expectativas de uma maior desvalorização.

Mas a recente queda do dólar ainda pesava sobre o posicionamento dos investidores, disseram os operadores.

Arlan Suderman, economista-chefe de commodities da StoneX, disse que a queda provocou um fluxo de dinheiro para ativos tangíveis.

Um aumento acentuado no preço do petróleo, impulsionado por preocupações com possíveis ataques militares dos EUA contra o Irã, também sustentou os grãos e as oleaginosas, que são parcialmente usados para biocombustível.

O contrato de trigo mais ativo Wv1 fechou em alta de 5,50 centavos, a US$5,415 por bushel.

O contrato de milho Cv1 fechou em alta de 0,75 centavo, a US$4,3075 por bushel.

A soja Sv1 encerrou em baixa de 2,75 centavos, a US$10,7275 por bushel.

No Brasil, maior produtor de soja, a cooperativa agrícola Coamo disse que espera que a safra de 2026 seja a maior de todos os tempos.

A perspectiva de uma safra abundante de soja no Brasil amenizou as preocupações com as condições de seca que afetam algumas safras de soja e milho na Argentina.

((Tradução Redação São Paulo 55 11 56447751)) REUTERS RS

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