Receita da FTI Consulting no 3º Trimestre Supera US$ 1 Bilhão com Alta do Lucro Ajustado
A FTI Consulting reportou receita no terceiro trimestre de 2026 de US$ 1,01 bilhão, alta anual de 5,9%, impulsionada pelo crescimento em Comunicações Estratégicas e Tecnologia. O EBITDA ajustado subiu 17,7%, para US$ 153,7 milhões, e o lucro ajustado por ação avançou 47,7%, para US$ 3,84. Embora o lucro líquido GAAP tenha caído 23,4% devido a encargos especiais e despesas com litígios, a lucratividade ajustada expandiu. A Ásia-Pacífico liderou o crescimento regional. A empresa manteve forte geração de caixa operacional, totalizando US$ 190,4 milhões, enquanto a dívida total registrou alta na comparação anual.
A FTI Consulting, Inc. (NYSE: FCN) reportou receita no terceiro trimestre de 2026 acima de US$ 1 bilhão e uma lucratividade ajustada mais forte, mesmo com encargos especiais e despesas com litígios pesando sobre seus resultados GAAP. A receita aumentou 5,9% na comparação anual, para US$ 1,01 bilhão, enquanto o EBITDA ajustado subiu 17,7%, para US$ 153,7 milhões, e o lucro ajustado por ação diluída avançou 47,7%, para US$ 3,84.
O lucro líquido GAAP caiu 23,4%, para US$ 63,4 milhões, e o LPA diluído recuou 9,6%, para US$ 2,35. O trimestre incluiu US$ 46,0 milhões em encargos especiais e US$ 4,5 milhões em despesas relacionadas a litígios que a FTI classifica como extraordinárias. Excluindo esses itens e seus efeitos tributários, o lucro líquido ajustado foi de US$ 103,7 milhões, em comparação com US$ 82,8 milhões um ano antes.
A margem EBITDA ajustada expandiu para 15,2%, ante 13,7% no mesmo trimestre do ano anterior. O crescimento da receita excluindo o impacto estimado da conversão cambial foi de 5,8%, praticamente em linha com o aumento reportado.
Consultoria Econômica volta à lucratividade ajustada
Finanças Corporativas permaneceu como o maior segmento da FTI, com a receita subindo 4,8%, para US$ 424,4 milhões. O EBITDA ajustado do segmento aumentou 6,7%, para US$ 102,8 milhões, e a margem ajustada atingiu 24,2%, em comparação com 23,8% um ano antes. O lucro operacional do segmento, que inclui encargos especiais relevantes, caiu 10,3%, para US$ 83,4 milhões.
A Consultoria Econômica registrou a variação de lucros mais pronunciada. A receita cresceu 9,3%, para US$ 189,3 milhões, enquanto o EBITDA ajustado do segmento atingiu US$ 14,0 milhões, revertendo um prejuízo ajustado de US$ 4,6 milhões no terceiro trimestre de 2025. Sua margem ajustada foi de 7,4%, em comparação com 2,6% negativos um ano antes.
A receita de Tecnologia aumentou 9,7%, para US$ 103,2 milhões. O EBITDA ajustado do segmento subiu 17,4%, para US$ 16,0 milhões, elevando a margem ajustada para 15,5%, ante 14,5%.
Comunicações Estratégicas apresentou o crescimento de receita mais rápido entre os segmentos da FTI, aumentando 12,5%, para US$ 100,6 milhões. O EBITDA ajustado do segmento avançou 20,8%, para US$ 20,4 milhões, e a margem ajustada subiu de 18,9% para 20,3%.
O segmento de Consultoria Forense e de Litígios ficou comparativamente estável. A receita subiu ligeiramente 0,2%, para US$ 195,1 milhões, enquanto o EBITDA ajustado do segmento caiu 10,7%, para US$ 38,0 milhões. Sua margem ajustada encolheu de 21,9% para 19,5%, e o lucro operacional do segmento recuou 50,2%, para US$ 20,2 milhões.
Ásia-Pacífico registra o maior crescimento regional
A América do Norte, que respondeu por 64,2% da receita consolidada, gerou US$ 651,1 milhões, uma alta de 5,3% na comparação anual. A receita na região EMEA aumentou 4,5%, para US$ 286,4 milhões.
A receita da Ásia-Pacífico subiu 20,9%, para US$ 64,3 milhões, ou 16,8% excluindo o impacto estimado da conversão cambial, tornando-se a região de crescimento mais rápido da FTI no trimestre. A receita da América Latina ficou praticamente inalterada nos dados reportados, em US$ 10,7 milhões, mas recuou 7,2% excluindo efeitos cambiais.
Geração de caixa permanece forte, enquanto dívida se mantém acima do ano passado
A FTI gerou US$ 190,4 milhões em caixa líquido proveniente das atividades operacionais durante o trimestre, abaixo dos US$ 201,9 milhões registrados um ano antes. O fluxo de caixa livre, uma métrica não GAAP, foi de US$ 182,0 milhões, contra US$ 187,0 milhões no mesmo período do ano anterior.
A empresa gastou US$ 85,2 milhões na compra e cancelamento de ações ordinárias, incluindo impostos sobre consumo (excise tax). O caixa e equivalentes de caixa somavam US$ 88,1 milhões em 30 de setembro, ante US$ 163,7 milhões no final de junho e US$ 146,0 milhões um ano antes.
A dívida total foi de US$ 852,0 milhões, em comparação com US$ 1,02 bilhão em 30 de junho e US$ 510,0 milhões em 30 de setembro de 2025. A FTI contratou um empréstimo a prazo incremental de US$ 300 milhões em março de 2026. O prazo médio de recebimento de vendas (DSO) foi de 101 dias, contra 99 no final do trimestre anterior e 102 um ano antes.
A apresentação não forneceu projeções financeiras numéricas. A FTI alertou que suas declarações prospectivas permanecem sujeitas a condições competitivas, mudanças rápidas no ambiente de negócios e outros riscos descritos em seus relatórios regulatórios. A empresa também destacou a incerteza relacionada ao litígio contra o ex-funcionário Jonathan Orszag e outros réus, que envolve acusações como suposto roubo de segredos comerciais e conspiração para concorrência desleal. A empresa passou a tratar as despesas relacionadas como extraordinárias e fora do curso ordinário dos negócios no segundo trimestre de 2026.
Este artigo pode conter conteúdo gerado ou traduzido por IA, revisado por humanos, destinado apenas para referência e informações gerais, não constituindo recomendação de investimento.
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