American Assets Trust Estreita Projeção de FFO para 2026 com Alta no NOI Imobiliário do 3T
A American Assets Trust Inc. revisou sua projeção de FFO para 2026 para US$ 2,04 a US$ 2,10 por ação, após reportar alta no FFO do terceiro trimestre para US$ 42,8 milhões (US$ 0,56 por ação) e receita total de US$ 114,3 milhões. O NOI em caixa no conceito mesma propriedade cresceu 8,3%, impulsionado por ganhos em todos os segmentos imobiliários. Os fundos para distribuição caíram para US$ 25,4 milhões devido a maiores despesas de capital. O REIT encerrou o período com US$ 1,70 bilhão em dívidas, mantendo sólida taxa de ocupação nos portfólios de escritórios, varejo e residencial.
A American Assets Trust Inc. revisou sua projeção de fundos provenientes de operações (FFO) para 2026 para uma faixa mais estreita, após registrar alta na receita, no FFO e na receita operacional líquida (NOI) em caixa no conceito mesma propriedade no terceiro trimestre. O REIT agora prevê um FFO atribuível a ações ordinárias e unidades de US$ 2,04 a US$ 2,10 por ação diluída, em comparação com a faixa anterior de US$ 1,96 a US$ 2,10.
Nos três meses encerrados em 30 de setembro de 2026, o FFO atribuível a ações ordinárias e unidades ordinárias subiu para US$ 42,8 milhões, ou US$ 0,56 por ação e unidade diluída, ante US$ 37,8 milhões, ou US$ 0,49, no mesmo período do ano anterior. O FFO, uma métrica não-GAAP comumente utilizada por REITs, exclui a depreciação e amortização imobiliária, bem como ganhos ou perdas na venda de imóveis.
A receita total aumentou 4,3%, atingindo US$ 114,3 milhões, ante US$ 109,6 milhões. A receita de aluguéis subiu de US$ 102,2 milhões para US$ 107,8 milhões, enquanto outras receitas imobiliárias caíram de US$ 7,4 milhões para US$ 6,4 milhões.
O lucro líquido GAAP aumentou para US$ 10,0 milhões, ante US$ 5,9 milhões, e o lucro líquido atribuível aos acionistas da American Assets Trust subiu de US$ 4,5 milhões, ou US$ 0,07 por ação, para US$ 7,7 milhões, ou US$ 0,13 por ação. O resultado operacional avançou de US$ 24,8 milhões para US$ 29,4 milhões, à medida que o crescimento da receita e a redução de impostos imobiliários e despesas gerais e administrativas compensaram os maiores custos de aluguel e depreciação.
Nos primeiros nove meses de 2026, a receita subiu de US$ 326,1 milhões para US$ 334,4 milhões, enquanto o FFO atribuível a ações ordinárias e unidades avançou de US$ 117,4 milhões, ou US$ 1,53, para US$ 121,0 milhões, ou US$ 1,57 por ação e unidade diluída. O lucro líquido GAAP dos nove meses caiu para US$ 23,5 milhões, ante US$ 67,1 milhões, refletindo a inclusão de um ganho de US$ 44,5 milhões na venda de imóveis no mesmo período do ano anterior.
Operações imobiliárias se fortalecem em todos os segmentos
O NOI em caixa no conceito mesma propriedade aumentou 8,3% no terceiro trimestre, para US$ 69,8 milhões, com ganhos em todas as categorias de imóveis da empresa. O NOI em caixa de escritórios na mesma propriedade subiu 7,9%, para US$ 36,9 milhões; o segmento de varejo aumentou 9,6%, para US$ 17,9 milhões; o residencial multifamiliar avançou 10,2%, para US$ 9,0 milhões; e o de uso misto cresceu 3,9%, para US$ 5,9 milhões.
Nos primeiros nove meses, o NOI em caixa no conceito mesma propriedade aumentou 2,3%, alcançando US$ 202,3 milhões. O segmento multifamiliar registrou o maior ganho percentual, de 4,2%, seguido pelo varejo (2,8%), escritórios (1,9%) e uso misto (0,7%).
O portfólio de escritórios, que respondeu por 53% do NOI em caixa do terceiro trimestre, estava 85,8% locado em 30 de setembro, ante 81,9% no ano anterior. Os imóveis de varejo estavam 98,3% locados, ante 97,9%, enquanto as propriedades residenciais multifamiliares tradicionais registraram 94,2% de locação, contra 91,5%. A parcela de varejo do portfólio de uso misto ficou em 93,7% locada, recuando de 95,0%, enquanto a ocupação hoteleira do segmento de uso misto nos primeiros nove meses foi de 90,3%, comparada a 82,9% no mesmo período anterior.
A atividade de locação de escritórios somou 123.517 pés quadrados durante o trimestre. Os contratos de locação comparáveis de escritórios geraram um aumento no valor do aluguel de 2,1% em caixa e de 8,2% no conceito linear. As locações de varejo totalizaram 108.344 pés quadrados, com os aluguéis comparáveis subindo 7,4% no critério de caixa e 16,8% no conceito linear.
A empresa contava com 225.614 pés quadrados em contratos de locação de escritórios e varejo já assinados, mas ainda não iniciados no encerramento do trimestre, representando US$ 12,8 milhões em aluguel base anualizado. A maioria desses contratos deve entrar em vigor entre o quarto trimestre de 2026 e o final de 2027.
No Embassy Suites do Waikiki Beach Walk, a taxa média de ocupação no terceiro trimestre foi de 88,5%, com diária média de US$ 381 e receita por quarto disponível (RevPAR) de US$ 337. A parcela de varejo do imóvel de uso misto estava 93,7% locada.
Métrica de distribuição reflete maiores gastos imobiliários
Os fundos disponíveis para distribuição caíram para US$ 25,4 milhões, ante US$ 26,0 milhões, apesar do aumento no FFO. Benfeitorias para inquilinos, comissões de locação e investimentos de capital (capex) recorrentes subiram de US$ 14,7 milhões para US$ 18,7 milhões, sendo responsáveis por grande parte da diferença. A empresa declarou e pagou US$ 26,4 milhões em dividendos durante o trimestre, ou US$ 0,34 por ação e unidade.
Os investimentos totais em capital (capex), incluindo redesenvolvimento, expansão, reposicionamento e novos desenvolvimentos, somaram US$ 36,0 milhões no trimestre e US$ 85,7 milhões nos primeiros nove meses. Os imóveis de escritórios responderam por US$ 73,3 milhões do total acumulado de nove meses.
A American Assets Trust identificou diversos potenciais projetos de desenvolvimento e redesenvolvimento, incluindo a proposta de um prédio comercial de varejo de 120.000 pés quadrados no Waikele Center e possíveis projetos multifamiliares em várias propriedades na Califórnia. A empresa também listou uma segunda fase de 385.000 pés quadrados no Oregon Square, integrante do Lloyd Portfolio em Portland. O REIT ressaltou que muitos projetos permanecem em estágio preliminar e dependem de aprovações, financiamento, consentimentos de inquilinos ou credores, demanda e condições de mercado.
Projeções e balanço patrimonial
A projeção revisada para o ano inteiro prevê um FFO atribuível a ações ordinárias e unidades de US$ 156,9 milhões a US$ 161,5 milhões. As estimativas da administração incorporam premissas de atividade de locação, valores de aluguel, taxa de ocupação, taxas de juros, spreads de crédito e o cronograma das atividades de aquisição e desenvolvimento. Salvo menção em contrário pela administração, a previsão exclui futuras aquisições, desinvestimentos, transações de capital e financiamentos ou amortizações de dívidas.
Em 30 de setembro, a American Assets Trust possuía US$ 1,70 bilhão em dívidas e US$ 89,6 milhões em caixa. A relação dívida líquida sobre EBITDA ajustado anualizado foi de 6,4 vezes, enquanto os índices de cobertura de juros e de cobertura de despesas fixas foram ambos de 3,3 vezes. A empresa não tinha saques pendentes em sua linha de crédito rotativo não garantida de US$ 500 milhões.
Os vencimentos de dívida incluem US$ 325 milhões em 2027, compostos por US$ 250 milhões em notas não garantidas da Série D vincendas em março e um empréstimo garantido de US$ 75 milhões sobre o City Center Bellevue com vencimento em outubro. O portfólio permanece concentrado em ativos de escritórios, que representam 64% da área total somada de escritórios e varejo e 53% do NOI em caixa trimestral. A empresa identificou inadimplência ou não renovação por parte de inquilinos, aumento da vacância, desvalorização de aluguéis, variações nas taxas de juros, aumento nos custos operacionais, restrições de financiamento e condições adversas no mercado imobiliário entre os fatores que podem fazer com que os resultados reais difiram de suas expectativas.
Este artigo pode conter conteúdo gerado ou traduzido por IA, revisado por humanos, destinado apenas para referência e informações gerais, não constituindo recomendação de investimento.
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