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Lucro da BOK Financial no 3T26 sobe com avanço dos empréstimos impulsionando a receita de juros

TradingKey21 de out de 2026 às 00:41
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A BOK Financial Corporation relatou lucro líquido de US$ 159,9 milhões, ou US$ 2,64 por ação diluída, no trimestre encerrado em 30 de setembro de 2026. O resultado superou o desempenho do ano anterior, impulsionado pelo crescimento do crédito e pela repactuação de ativos de taxa fixa, que elevaram a receita líquida de juros para US$ 370,0 milhões. A margem líquida de juros avançou para 3,00%. Contudo, o lucro recuou frente ao trimestre anterior devido a itens não recorrentes. A empresa projeta para o ano de 2026 um crescimento de empréstimos superior a 10% e receita líquida de juros entre US$ 1,43 bilhão e US$ 1,44 bilhão.

Resumo gerado por IA

A BOK Financial Corporation (NASDAQ: BOKF) relatou lucro maior no terceiro trimestre em comparação com o ano anterior, à medida que o crescimento do crédito e a repactuação de preços de ativos de taxa fixa impulsionaram a receita líquida de juros e as margens. O lucro diminuiu em relação ao segundo trimestre, no entanto, quando os resultados incluíram um ganho líquido atrelado à permuta de ações Visa Classe B e uma perda com o reposicionamento da carteira de títulos disponíveis para venda.

O lucro líquido atribuível aos acionistas foi de US$ 159,9 milhões, ou US$ 2,64 por ação diluída, no trimestre encerrado em 30 de setembro de 2026. Isso se compara a US$ 176,5 milhões, ou US$ 2,92 por ação, no trimestre anterior, e US$ 140,9 milhões, ou US$ 2,22 por ação, um ano antes. Excluindo o ganho relacionado à Visa e a perda com o reposicionamento de títulos, o lucro líquido do segundo trimestre teria sido de US$ 156,5 milhões, ou US$ 2,59 por ação, em uma base não GAAP.

A receita líquida antes das provisões foi de US$ 200,8 milhões, em comparação com US$ 227,7 milhões no segundo trimestre e US$ 178,6 milhões um ano antes. O índice de eficiência ajustado foi de 63,5%, estável em relação ao trimestre anterior e abaixo dos 66,9% registrados no terceiro trimestre de 2025.

Crescimento do crédito apoia a receita líquida de juros

A receita líquida de juros aumentou 5,2% na comparação trimestral e 9,6% na comparação anual, atingindo US$ 370,0 milhões. A margem líquida de juros avançou nove pontos-base em relação ao trimestre anterior, para 3,00%, enquanto a margem líquida de juros do núcleo, excluindo negociação (trading), uma métrica não GAAP, subiu oito pontos-base, para 3,21%. A BOK Financial afirmou que o crescimento da carteira de crédito e a repactuação de ativos de taxa fixa apoiaram a margem do núcleo.

O saldo de empréstimos ao final do período cresceu US$ 646 milhões, ou 2,4%, no trimestre, para US$ 27,7 bilhões. Os empréstimos ficaram 11,5% acima do registrado um ano antes. Os empréstimos médios aumentaram 1,7% na comparação trimestral, para US$ 27,2 bilhões, enquanto os depósitos médios subiram 0,8%, para US$ 39,5 bilhões. Os depósitos ao final do período caíram 0,8% em relação ao trimestre anterior, mas subiram 2,7% na comparação anual.

Os empréstimos comerciais subiram 2,2% na comparação trimestral, para US$ 16,66 bilhões, liderados pelos setores de energia e financiamento imobiliário. Os saldos do setor de energia avançaram 8,6%, para US$ 3,32 bilhões, refletindo uma maior utilização entre clientes existentes e novos financiamentos. Os empréstimos para financiamento imobiliário saltaram 30,4%, para US$ 589 milhões. Os saldos do setor de saúde recuaram 1,4%, para US$ 4,03 bilhões.

Os empréstimos para imóveis comerciais aumentaram 4,2%, para US$ 6,13 bilhões, à medida que os compromissos assumidos em trimestres anteriores começaram a ser desembolsados. Os empréstimos industriais subiram 12,9%, enquanto os saldos do segmento de escritórios caíram 1,4%. Imóveis comerciais do segmento de escritórios representavam 3% do total de empréstimos no final do trimestre.

O índice de empréstimos sobre depósitos aumentou de 68% no segundo trimestre para 70%. O patrimônio líquido tangível, uma métrica não GAAP, foi de 9,2%.

Receitas de tarifas sensíveis ao mercado recuam

O total de tarifas e comissões caiu 6,9% na comparação trimestral e 8,1% na comparação anual, para US$ 188,0 milhões, impulsionado principalmente pelo enfraquecimento dos mercados e das receitas com títulos e valores mobiliários.

A receita total com negociação (trading), incluindo a receita líquida de juros relacionada a operações de tesouraria, caiu para US$ 15,0 milhões, ante US$ 25,0 milhões no segundo trimestre. A empresa atribuiu o declínio nas tarifas de negociação à menor atividade em renda fixa devido à alta das taxas de mais longo prazo, parcialmente compensada por uma maior receita líquida de juros em operações de negociação.

As tarifas de mercados e valores mobiliários recuaram 29,6% na comparação trimestral, para US$ 36,2 milhões. As comissões de sindicação de crédito diminuíram US$ 3,4 milhões após um segundo trimestre forte, e a receita com originação imobiliária caiu US$ 2,1 milhões devido a volumes menores e margens mais estreitas. As receitas de banco de investimento aumentaram US$ 4,3 milhões, atingindo US$ 10,2 milhões, impulsionadas principalmente pela atividade de subscrição de títulos municipais.

A receita de serviços fiduciários e gestão de ativos caiu 1,6% na comparação trimestral, para US$ 69,9 milhões, embora a BOK Financial tenha informado que a receita do núcleo aumentou ao desconsiderar cerca de US$ 1,7 milhão em tarifas sazonais de preparação de declaração de impostos registradas no segundo trimestre. Os ativos sob gestão ou administração permaneceram estáveis em US$ 129,3 bilhões e subiram 5,4% na comparação anual.

A receita com cartões de transação atingiu um recorde trimestral de US$ 32,2 milhões, com alta de 1,9% na comparação trimestral e de 9,3% na comparação anual. As tarifas e taxas sobre serviços de depósito aumentaram 7,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando US$ 34,1 milhões.

Custos de crédito permanecem limitados

A BOK Financial não registrou provisão para perdas de crédito no trimestre. A empresa informou que premissas de projeções econômicas mais favoráveis compensaram o efeito do crescimento da carteira de empréstimos.

As perdas líquidas com calotes foram de US$ 886 mil, com as perdas líquidas acumuladas nos últimos 12 meses equivalendo a dois pontos-base dos empréstimos médios. Os ativos inadimplentes, excluindo empréstimos garantidos por agências do governo dos EUA, somaram US$ 58 milhões, ou 0,21% do total de empréstimos em aberto e bens retomados. A provisão combinada para perdas de crédito foi de US$ 322 milhões, ou 1,16% da carteira de empréstimos.

As despesas operacionais totais caíram 0,3% na comparação trimestral e 2,5% na comparação anual, para US$ 360,7 milhões. As despesas de pessoal somaram US$ 213,3 milhões. Excluindo a remuneração diferida, os custos com pessoal subiram 3,2% em relação ao segundo trimestre, refletindo investimentos em equipes geradoras de receita, incentivos mais altos para originação de crédito e maiores custos com benefícios a funcionários.

Perspectivas para 2026

Para o ano completo de 2026, a administração projeta um crescimento da carteira de empréstimos superior a 10% no encerramento do exercício e uma receita líquida de juros entre US$ 1,43 bilhão e US$ 1,44 bilhão. As projeções assumem um aumento na taxa dos federal funds até o fim do ano e taxas de mais longo prazo alinhadas com a curva a termo implícita pelo mercado na data da apresentação.

A BOK Financial prevê tarifas e comissões superiores a US$ 800 milhões, refletindo o impacto do cenário de taxas de juros sobre os negócios sensíveis ao mercado. A expectativa é que a receita total cresça a uma taxa de um dígito médio, enquanto as despesas devem aumentar cerca de 1%. A administração também projeta um índice de eficiência de aproximadamente 62%, ou cerca de 63% excluindo o ganho com as ações Visa Classe B, e despesas com provisão abaixo de US$ 10 milhões.

As perspectivas pressupõem estabilidade no cenário econômico. A empresa destacou as oscilações nas taxas de juros, a precificação de depósitos, os preços das commodities, a deterioração do crédito, mudanças regulatórias, incidentes de cibersegurança, condições de liquidez e a capacidade de pagamento dos clientes entre os fatores que podem fazer com que os resultados reais divirjam de suas expectativas.

Este artigo pode conter conteúdo gerado ou traduzido por IA, revisado por humanos, destinado apenas para referência e informações gerais, não constituindo recomendação de investimento.

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