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Iguatemi: lucro líquido alcança R$ 101,2 milhões no 3º trimestre, crescimento de 69,4%

TradingKey
AutorTony
6 de nov de 2024 às 08:53
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- A Iguatemi (BVMF:IGTI11) apresentou um lucro líquido de R$ 101,2 milhões no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 69,4% em relação ao ano anterior.

- O lucro ajustado atingiu R$ 118,5 milhões, com um crescimento anual de 16,3%, impulsionado por um controle rigoroso de despesas e menor endividamento.

- A receita líquida ajustada foi de R$ 323,7 milhões, um crescimento de 7,3%, com destaque para o aumento na receita de aluguel de lojas e estacionamento.

A Iguatemi (BVMF:IGTI11), proprietária de uma rede de 16 shopping centers, anunciou um lucro líquido de R$ 101,2 milhões no terceiro trimestre de 2024, representando um aumento significativo de 69,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento impressionante pode ser atribuído ao aumento da receita nos shoppings e ao controle eficaz das despesas, o que resultou em margens de lucro ampliadas. Além disso, a empresa conseguiu reduzir suas despesas financeiras devido à diminuição do endividamento.

Em termos ajustados, o lucro líquido foi de R$ 118,5 milhões, um aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. Este critério, que exclui efeitos contábeis como a linearização de receitas de aluguel e variações no valor de ações de empresas investidas, oferece uma análise mais clara do desempenho financeiro da Iguatemi.

O Ebitda ajustado da companhia atingiu R$ 250,8 milhões, refletindo um crescimento de 1,2%, enquanto a margem Ebitda ajustada caiu 4,6 pontos percentuais, para 77,5%. O FFO ajustado (fundos provenientes das operações) chegou a R$ 166,3 milhões, um crescimento de 14,6%, com a margem FFO alcançando 51,4%, um aumento de 3,3 pontos percentuais.

A receita líquida ajustada totalizou R$ 323,7 milhões, com um incremento de 7,3%. A receita de aluguel de espaços, que inclui aluguéis mínimos, percentuais e locações temporárias, cresceu 3,1%, somando R$ 248,3 milhões. Este segmento foi favorecido pela recuperação do IGP, permitindo reajustes nos contratos de aluguel. A receita de estacionamento aumentou 7,6%, atingindo R$ 55,1 milhões, impulsionada pelo maior fluxo de veículos e ajustes nas tarifas.

O setor de varejo, incluindo lojas e marketplace, registrou um aumento notável de 42,6% na receita, totalizando R$ 41,8 milhões, destacando-se pela inauguração da loja Loewe, a primeira na América Latina. O vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Iguatemi, Guido Oliveira, destacou a melhoria em todas as áreas de negócios da empresa.

Além disso, as despesas administrativas diminuíram 3,7%, totalizando R$ 25,3 milhões. O resultado financeiro líquido da empresa mostrou uma despesa de R$ 57,5 milhões, uma redução de 42,5% comparado ao ano anterior.

Por fim, a Iguatemi encerrou o trimestre com uma dívida líquida de R$ 1,6 bilhão, uma redução de 11% em um ano. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado, caiu para 1,67 vez, abaixo dos 2,13 vezes do ano anterior, refletindo a melhoria na saúde financeira da empresa.

Revisado porTony
Aviso legal: o conteúdo deste artigo representa apenas as opiniões pessoais do autor e não reflete a posição oficial do TradingKey. Portanto, não deve ser considerado uma recomendação de investimento. O artigo destina-se apenas a fins de referência, e os leitores não devem basear nenhuma decisão de investimento apenas em seu conteúdo. A TradingKey não se responsabiliza por quaisquer resultados de negociação decorrentes das informações contidas neste artigo. Além disso, a Tradingkey não pode garantir a precisão do conteúdo do artigo. Antes de tomar qualquer decisão de investimento, é aconselhável consultar um consultor financeiro independente para entender completamente os riscos associados.

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