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China impõe sanções a legisladores, funcionários e líderes de ONGs dos EUA

Investing.com21 de abr de 2025 às 08:49
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Investing.com — A China sancionou vários legisladores, funcionários do governo e líderes de organizações não-governamentais dos Estados Unidos devido ao que descreveu como "comportamento flagrante em questões relacionadas a Hong Kong", segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores divulgado nesta segunda-feira.

A medida segue as sanções impostas pelos EUA no mês passado contra funcionários da China e de Hong Kong — uma decisão que Pequim "condena veementemente", disse o porta-voz do ministério, Guo Jiakun.

"Qualquer ação incorreta tomada pelos EUA sobre a questão de Hong Kong será respondida com contramedidas resoluta e recíprocas pelo lado chinês", afirmou Guo.

Em março, os EUA impuseram sanções a seis altos funcionários chineses e de Hong Kong por "repressão transnacional" e esforços que "ameaçam erodir ainda mais a autonomia de Hong Kong".

Governos ocidentais têm condenado repetidamente o uso da lei de segurança nacional pela China em Hong Kong para prender ativistas pró-democracia e desmantelar a mídia independente e a sociedade civil.

As sanções, que visam quaisquer propriedades ou transações que os indivíduos mantenham nos EUA, incluem Dong Jingwei — ex-chefe de contrainteligência e atual diretor do Escritório de Salvaguarda da Segurança Nacional da China em Hong Kong — além do secretário de justiça de Hong Kong, Paul Lam, que supervisionou processos contra numerosas figuras pró-democracia.

A resposta da China às sanções dos EUA ocorreu no mesmo dia em que seu Ministério do Comércio alertou outras nações contra a celebração de acordos comerciais com Washington que possam prejudicar os interesses chineses, após recentes relatos de que o governo Trump planeja oferecer isenções tarifárias em troca da redução do comércio com Pequim.

"A China se opõe firmemente a qualquer parte que chegue a um acordo às custas dos interesses da China", disse o ministério na segunda-feira, acrescentando que responderia "resolutamente" com contramedidas recíprocas se tais acordos forem firmados.

O ministério também afirmou que a China está preparada para trabalhar com outros países para combater o bullying unilateral.

Essa notícia foi traduzida com a ajuda de inteligência artificial. Para mais informação, veja nossos Termos de Uso.

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