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Bank of America reduz preço-alvo das ações da TSMC devido a incertezas com tarifas

Investing.com17 de abr de 2025 às 15:42

Investing.com — O Bank of America (NYSE:BAC) reduziu seu preço-alvo para a Taiwan Semiconductor Manufacturing, citando incertezas crescentes na demanda relacionadas a tarifas, embora tenha mantido a recomendação de Compra para as ações.

Em nota aos clientes, o BofA disse que reduziu suas estimativas de lucros para a TSMC em 2026 e 2027 em 4,8% e 5,2%, respectivamente.

"Consequentemente, reduzimos nosso preço-alvo para NT$ 1.250/US$ 220 (de NT$ 1.300/US$ 240)", escreveram os analistas, atribuindo a revisão a "incertezas crescentes na demanda causadas por tarifas".

Apesar do corte, o BofA acredita que a recente correção das ações já precificou grande parte do lado negativo.

"A avaliação da TSMC está agora próxima do mínimo em comparação com sua faixa histórica de P/L de 11-29x", disse a empresa, acrescentando que o esclarecimento da companhia sobre preocupações com transferência de tecnologia ajudou a aliviar os temores dos investidores.

"A TSMC esclarece que não está atualmente envolvida em nenhuma discussão de joint venture ou transferência/licenciamento/compartilhamento de tecnologia", acrescentou o banco.

A TSMC continua prevendo um forte crescimento, apoiado pela demanda por inteligência artificial.

"A TSMC continua projetando um crescimento de receita em meados dos 20% em termos de dólar americano em 2025, com forte impulso da IA", observou o BofA.

Embora se espere que a demanda se normalize em 2026, a taxa de crescimento anual composta para IA entre 2024 e 2029 permanece "forte em meados de 40%".

A empresa também destacou a aceleração da expansão da fábrica da TSMC nos EUA, impulsionada pela demanda dos clientes.

No entanto, eles observam que a expansão no exterior está criando pressão de custos. "A TSMC reconheceu que o impacto na margem bruta devido à expansão no exterior aumentará para 3-4 pontos percentuais nos próximos anos... devido à inflação de custos e custos relacionados a tarifas", escreveu o BofA.

Ainda assim, a perspectiva de longo prazo continua sendo construtiva. "A TSMC permanece confiante em atingir sua meta de margem bruta de longo prazo de 53%+", acrescentou o BofA, observando que a orientação de despesas de capital de US$ 38-42 bilhões reforça sua crença no crescimento estrutural.

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