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Ex-mulher de Andrew, "Fergie" também é abalada por ligações com Epstein

Reuters20 de fev de 2026 às 17:15

Por Sarah Young e Paul Sandle

- Com a queda de Andrew Mountbatten-Windsor quase completa, o ex-príncipe não tem mais Sarah Ferguson ao seu lado. Durante décadas, sua ex-mulher foi seu porto seguro, mas agora os próprios laços dela com Jeffrey Epstein também destruíram sua reputação.

Ferguson, popularmente conhecida como “Fergie”, casou-se com o príncipe Andrew em uma cerimônia luxuosa na Abadia de Westminster em 1986. Eles tiveram duas filhas, as princesas Beatrice e Eugenie.

O casal se separou em 1992, divorciou-se quatro anos depois, mas permaneceu próximo e ainda compartilhava a mesma mansão de 30 quartos até o ano passado.

Mas as revelações sobre a relação deles com o criminoso sexual condenado Epstein, incluindo a divulgação em janeiro de mais de 3 milhões de páginas de documentos pelo governo dos EUA, deixaram os dois expostos e isolados, sem esperança de reabilitação pública.

De acordo com os arquivos, Ferguson parece ter levado suas filhas, então com 20 e 19 anos, para visitar Epstein nos EUA na semana seguinte à libertação dele da prisão em 2009 por aliciar e recrutar uma menor para prostituição.

“O IRMÃO QUE SEMPRE DESEJEI”

Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles, foi preso na quinta-feira pela polícia que investiga se ele cometeu um crime ao vazar documentos do governo para Epstein quando era enviado comercial.

Ele não foi acusado de nenhum crime e foi fotografado com aparência abatida e assombrada ao ser levado de carro de uma delegacia de polícia após passar o dia inteiro detido. Mountbatten-Windsor nega qualquer irregularidade e disse que se arrepende de sua amizade com Epstein.

Ferguson, por sua vez, não é vista em público há meses.

Emails mostram que ela tinha uma relação próxima com Epstein, às vezes buscando apoio emocional e, às vezes, financeiro.

Epstein era o “irmão que eu sempre desejei”. Ela também lhe disse “Estou ao seu serviço. Case comigo” e sugeriu que poderia trabalhar organizando suas casas, de acordo com emails de “Sarah”.

Várias instituições de caridade já haviam cortado seus laços com ela em setembro, depois que uma série anterior de arquivos mostrou que ela manteve amizade com ele, apesar da condenação.

Um porta-voz dela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário na sexta-feira.

((Tradução Redação São Paulo))

REUTERS TR

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